acompanhar a minha intensidade nessa nossa história.
03 julho 2018
Quem ama desiste sim
acompanhar a minha intensidade nessa nossa história.
03 junho 2018
Ninguém muda quando não quer
Reciprocidade é um verdadeiro bálsamo em nossas vidas. Diria até, um privilégio. Coisa boa demais ter do outro, o que ele tem de nós. Emoções correspondidas são proporcionais, carregam consigo as melhores sensações que alguém pode ter:
Te chamo e você vem.
Te desejo e sou desejado.
Te quero e você me quer.
Penso em você e você pensa em mim.
Te priorizo e sou priorizado.
Relações desequilibradas em seus sentimentos e investimentos, serão truncadas, impacadas, cansativas, desgastantes, dificultosas e sofridas. Compostas de receios, joguinhos emocionais, duelo de vaidades, incertezas, angústias, inseguranças e frustrações: "não sei", "estou em dúvida", "hoje não dá", "estou cansado", "não tinha visto a sua mensagem", "tenho que trabalhar", "não vai dar tempo", "esqueci", "não posso", "não consigo", "tá tarde" e por aí vai...
A insistência em interações inconsistentes, sempre nos transmitirão esse sentimento de vazio, falta e claro, aquele golpe na autoestima. O maior problema não é a inexistência de reciprocidade, mas a fixação e teimosia que tantas vezes temos, nessas pessoas que já mostraram de todas as formas, não terem interesse compatível, recursos ou condições suficientes, para compartilharem de nossas intenções e investimentos com elas.
25 maio 2018
Playlist para o Sexo.
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| foto tirada da internet |
ESTIVE NAMORANDO por um bom tempo, e nesse tempo, percebi coisas bem legais que eu fazia com o namorado, e resolvi juntar e quem sabe servir como incentivo para outros casais, bem acredito que a maioria dos meus leitores tenham manias, e estas são rotinas legais feitas com o amor, pois é, eu e o namorado, tínhamos uma mania legal, todas as vezes que íamos "fazer amor", ouvíamos uma lista de músicas, e cara, cada música dava um compasso bem legal na hora do sexo, achei até no spotify uma playlist legal (clica aqui), mas eu vou colocar a minha aqui tb, talvez alguém se agrade com algumas.
primeiro de tudo, salva sua playlist como SEXO (sem vergonha, aqui não tem nenhuma criança), ela vai te ajudar a não se perder, e nem perder tempo procurando, a minha está no Play Música (mas vc pode comprar sua música em outro lugar)
Só entrar tb na minha lista no Spotify
- Liniker e os Caramelows - Zero
- Tiago Iorc - Bang
- Rihanna - Needed me
- Rihanna - Sex with me
- Zayn – Pillowtalk
- The Pussycat Dolls - Don't Cha
- Norah Jones - Come away with me
- Ludmilla - Hoje
- Kelis - Milkshake
- John Mayer - Gravity (escolha do namorado)
- David Guetta - Sexy Bitch
- Madonna - Erotica
- Madonna - Take a bow
- Rihanna - Desesperado
- Preta Gil - Cheiro de amor
Algumas ficaram faltando muitas, mas essas basicamente são as que conseguimos ouvir, porque depois da quarta a gente nem está mais prestando atenção nas letras, e sim nas batidas...
24 fevereiro 2018
Sobre amores líquidos
hahahaha sim”. Larguei o telefone. Dormi chateado. Acordei. Peguei o celular. Abri o papo com ela. Não vou mandar “bom dia”. Acreditem se quiser. Mas ainda tinha me restado um pouco de dignidade.
19 fevereiro 2018
Intimidade
15 fevereiro 2018
Sobre pessoas e coisas
12 fevereiro 2018
45 coisas que uma mulher quer mas não pede.
11 fevereiro 2018
Responsabilidade Afetiva
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| Arquivo Pessoal: Eu e o namorado. |
18 dezembro 2015
CASAR E MORAR JUNTO (Leia com atenção)
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| Imagem Pública: Fonte Google |
Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos.
Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter um pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir Homem Aranha no Telecine Action, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto.Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco)
Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo.
Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer um casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja.
Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.
16 dezembro 2015
ZONA DE AMIGO x AMOR NÃO CORRESPONDIDO
26 novembro 2015
A geração de pessoas que se sabotam emocionalmente
Você acha aquilo estranho: afinal, se não queria se envolver, então por que dizia que era uma sorte grande ter te encontrado? Se não queria se apegar, então por que dava bom dia todo santo dia? E por que se preocupava em ser uma pessoa tão carinhosa mesmo tanto tempo depois de as primeiras transas terem acontecido? Nada disso faz sentido, não é mesmo?
Você fica sem entender o que aconteceu, vai investigando, até que a pessoa diz ou que teve um/uma ex que deixou traumas ou que gosta muito de um outro alguém, mas esse alguém não sente o mesmo por ela.
Nessa hora, você pode se sentir como se não fosse uma pessoa boa o suficiente para fazer com que esse alguém que você gosta deixe para trás os traumas e o passado. Você pode sentir um forte sentimento de rejeição, capaz de abalar até a mais inabalável das seguranças. Mas de uma coisa você precisa ter a mais absoluta certeza: tudo isso não é problema seu. Você não tem culpa se a pessoa que você gosta é uma das milhares de pessoas que se sabotam.
Se o outro prefere ficar se sabotando, é problema dele. Se ele não quer se permitir viver uma experiência que seria completamente diferente de tudo o que ele já viveu antes, é problema dele. Você não tem nenhuma culpa ou responsabilidade pelas escolhas das outras pessoas, independentemente de quais sejam elas.
Infelizmente, vivemos em uma geração de pessoas covardes, que se envolvem, mas depois ficam afastando os envolvimentos porque preferem ficar se escondendo atrás dos seus traumas. Eu já fiz isso, você também já deve ter feito. E sabe por que tanta gente faz isso? Porque é mais fácil ficar em uma zona de conforto de auto-piedade, reclamando que os traumas deixaram marcas ou dizendo “Ninguém me ama, ninguém me quer”. Mas tudo isso não é problema seu, amig@: é problema da pessoa. É problema dela se ela só se permite se apegar a sentimentos tão pequenos de mágoa, rancor, egoísmo e pena de si mesma.
Todos nós somos imperfeitos, mas nem as suas piores imperfeições justificam que alguém faça isso com você: se envolva, te trate como se fosse ser algo para valer e depois decida ir embora sem dar explicações. Mas, se essa pessoa quer sair da sua vida, deixe que ela vá embora. Você não merece alguém tão covarde.
Do outro lado da mesa
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| Fonte: Google |
Agora, se você que está aí do outro lado se identifica com o perfil do covarde, pense no que você está fazendo com a sua própria vida. As pessoas são diferentes. O trauma que você teve com uma não necessariamente vai se repetir com outra.
Cada um é de um jeito, e, consequentemente, as experiências que você terá com cada pessoa serão diferentes. Pense em todas as pessoas legais que você deixou passar pela sua vida por esse medo de se envolver. Até quando você vai ficar se sabotando por puro medo?
Eu sei que ninguém está dentro de você para saber o que você está sentindo. Ninguém está aí dentro para saber o quanto aquela rejeição te doeu e você tem todo o direito de sofrer o quanto achar que tem que sofrer. Mas pense comigo: se você não está preparad@ para se envolver, então não prolongue as coisas.
Não tenha atitudes que deem brechas para que o outro crie expectativas. Quer beijar? Beije, mas deixe claro que você só quer o beijo. Quer transar? Transe, mas seja sincer@ e diga que você só quer isso. Quer só uma companhia para não se sentir sozinh@? Ok, todo mundo tem suas carências, mas deixe tudo bem claro para a outra pessoa. Será uma escolha dela se ela decidir ficar com você mesmo nessas condições. Mas ela precisa saber o que, de fato, está acontecendo.
O problema não é você viver o seu luto, mas sim iludir a pessoa e sumir do nada, sem dar nenhuma explicação, fazendo com que ela pense que o problema é com ela, que ela fez algo de errado. Seja uma pessoa adulta o suficiente para assumir as consequências dos seus atos.
Inclusive a de talvez, daqui a algum tempo, estar aí se remoendo porque não deixou que a Júlia ou o João entrassem para valer na sua vida e te mostrassem que o presente e o futuro podem ser completamente diferentes do passado.
Fonte: LadoM
28 agosto 2015
26 agosto 2015
Relacionamentos hoje em dia…
“Os relacionamentos hoje são como jogos de vídeo game. Pontuação máxima, ganha o jogo.
Se você mandar mensagem perde ponto, se demorar para responder a mensagem ganha ponto. Se assumir a saudade perde ponto, se fingir que não se importa ganha ponto. Se confessar o sentimento perde muitos pontos, se negar a paixão ganha muitos pontos.
E assim os casais vão acumulando pontos e disputando quem é o mais forte, o mais desapegado, o mais desencanado, o independente, o auto suficiente, o mais esperto ou o menos bobo. E sabe quanto tempo se perde com esse joguinho? Dias, meses e até anos. Porque manter esse jogo eternamente nos torna frios, fracos e solitários.
Ninguém quer ferir o próprio ego, ninguém quer sair por baixo, ninguém aceita a rejeição, o pé na bunda ou a cara de tacho. E quanto mais jogamos, mais craques ficamos e mais frios nos tornamos.
No final da noite os “campeões” se deitam e cantam vitória na cama fria, com uma enorme muralha entre ele e os outros. Por orgulho? Por medo?
É, o medo, aquele que comanda tudo. Porque mesmo que o motivo seja Orgulho, é o medo que comanda. Medo de quê? De ser feliz? De não ser feliz? O medo impede, bloqueia, ilude… Ah, mas te faz ganhar o jogo do desapego, né? Está satisfeito? Pode viver assim?
Porque mandar a primeira mensagem te diminui, mas tudo que você queria era dizer o quanto ele é especial, o quanto você gostou daquele beijo. O quanto os olhos dele preencheram você. Como você gostou daquela risada fácil e daquele charme descontraído.
Nem mesmo um Oi? Só pra saber como ele está? Não, né? Você não vai se rebaixar porque ele pode não te responder imediatamente. E se ele estiver fazendo o mesmo jogo que você, no mínimo vai demorar 4 horas para te responder. E essas eternas 4 horas se tornarão uma tortura sem fim e você vai se arrepender amargamente de ter enviado aquele bendito “Oi”. Mesmo que ele responda, é você que vai demorar outras 4 horas para responder e por ai vai. Sabe quanto tempo perderam os 2? Pelo menos 8 horas. Pra que?
Bicudo ele, bicuda você e no fim…… Dois bicudos não se beijam.”
Monika Jordão
01 dezembro 2014
8 meses
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| Arquivo pessoal: em um dia de trabalho. |
Saudade assim faz roer
E amarga que nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar
Saudade, o meu remédio é cantar.
07 julho 2014
Geração X
texto de Fabiana Gabriel
Essa semana recebi um e-mail de despedida de uma amiga e parceira de trabalho. Ela vendeu sua parte na sociedade da empresa que ela mesma havia montado, anos atrás, para tirar um período sabático. Vai para a Europa estudar gastronomia e fotografia, suas duas paixões.
Não é a primeira nem última amiga minha, por volta dos 35 anos, com uma carreira bem sucedida e vida estável, que toma essa decisão. Uns três anos atrás, um amigo próximo um dia disse adeus ao emprego que tinha. Todos ficaram meio surpresos. O cara trabalhava há mais de uma década em grandes empresas, era respeitado e tinha uma vida confortável no Rio de Janeiro. Mas encheu o saco. Resolveu estudar Gestalt, voltou pra Florianópolis – sua cidade natal – e abdicou de grande parte do conforto em busca do que o faria feliz de verdade. Ele nunca mais fez uma apresentação de power point na vida, usa o excel apenas para controlar seus gastos mensais e esbanja um brilho nos olhos toda vez que nos vemos.
Fato é que histórias como essas têm sido cada vez mais comuns na minha geração. Enquanto todos se preocupam com a urgência e ambição da Geração Y, a Geração X, imediatamente anterior, está repensando seus conceitos e valores. Fomos criados acreditando que uma vida feliz era falar línguas, fazer carreira, trabalhar a vida inteira numa ou duas grandes empresas, comprar o apartamento próprio, construir uma família para sempre e ir pra Disney (ou Paris) uma vez por ano. Uma vida estável e fixa, sem rompantes de aventura.
Acontece que grande parte da Geração X chegou aos 30, 40 anos e descobriu que para juntar meio milhão e dar entrada, com sorte, num apartamento modesto que irá pagar até seus 60 anos, o caminho é longo e o preço é alto, bem alto. Os poucos que conseguem, heroicamente, conquistar seus bens e sonhos sem a ajuda dos pais, estão exaustos. Olham em volta e mal têm tempo de curtir os filhos ou as férias exóticas que sonham (e têm dinheiro para tirar) para a Tailândia, Marrocos ou Havaí. Há também aqueles que ficaram tão ocupados em conquistar aquilo que lhes foi prometido que deixaram para “daqui a pouco” os filhos, os hobbies e a felicidade e perceberam, agora, que “desaprenderam a dividir”.
No meio disso, veio essa sedutora mobilidade contemporânea, mostrando a nós o que nossos pais ainda não podiam nos ensinar, que é possível existir estando em qualquer lugar e que não é uma mesa de escritório ou um cartão de visitas que nos faz mais nobre, mas sim aquilo que de melhor podemos oferecer ao mundo. Só que descobrimos isso depois de passarmos grande parte da nossa juventude preocupados em nos sustentar, sermos bem sucedidos, conquistar prestigio e reconhecimento. Para, enfim, ter a liberdade de chutar o balde e sair por aí…
06 julho 2014
O Brasileiro e sua péssima mira
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| Retirado do Instagram: @seunandico |
O problema é que a grande maioria deles direcionados aos alvos errados.
Quando o corpo de Neymar foi retirado do campo numa maca que mais parecia com aquelas caixas do IML, os torcedores brasileiros perceberam que algo de grave havia acontecido.
A comemoração pela vitória da seleção deu lugar a uma grande preocupação pela baixa de um dos maiores ícones do Futebol Mundial que fora atingido de forma maldosa dentro do grande coliseu armado para receber os jogos.
Das janelas de seus computadores, celulares e aplicativos,
imediatamente milhares de atiradores começaram a disparar suas "metralhadoras cheias de mágoas" contra o Jogador e contra a preocupação natural de quem tem um PINGO que seja de empatia por SERES HUMANOS, pelo ocorrido.
Independente de ser contra ou a favor dessa Copa do Mundo, ali jazia um jovem e junto com ele um sonho que fora abreviado de forma covarde. NÃO MENOS COVARDE do que as centenas de vidas que não foram poupadas com anos de descaso com a saúde PÚBLICA E PRIVADA (Os planos de saúde aumentaram 9% durante a copa e são em grande maioria UMA BOSTA ) desse país... NÃO MENOS COVARDE do que a irresponsabilidade dos engenheiros e empreiteiros que construíram o VIADUTO QUE DESABOU, MATOU E FERIU pessoas em BH às vésperas de receber uma semi-final deste grande evento e foi tratado como se fosse NORMAL desabar algo de tamanha grandeza no meio de uma cidade tão importante do Brasil. NÃO MENOS COVARDE do que os milhares de perfis no Twitter e no Facebook que começaram a desaguar, como se fossem a tempestade que devastou o planeta terra na época de Noé, quase que num orgasmo mórbido de VINGANÇA por tudo de errado que acontece nesse território na direção do ídolo.
"O Neymar é rico pode pagar um bom hospital. E as centenas de pessoas anônimas que morrem todos os dias nas filas esperando e não tem tal comoção" - cuspia um.
"Bem feito, agora quero ver ir para o SUS" - espatifava o outro.
"Ninguém falou nada sobre as pessoas que morreram com a queda do Viaduto" - arremessou o outro.
E assim milhares de tiros foram errando os alvos.
(ou preferem acreditar nisso para desfrutar dessa festa linda)
E mesmo aqui, na minha página, no meu espaço, com minhas relações, minhas questões, minhas provocações, eu não deixei de entender que embora o FUTEBOL entorpeça e cegue o grande público, torcer pela seleção seja um direito individual de cada um e que aqueles profissionais que lá estavam, representando seus países num momento tão importante para a humanidade, numa celebração sem tamanho entre povos do mundo inteiro, desafiando todos os prognósticos caóticos que foram previstos para acontecer ao longo da competição, tão somente ESTÃO CUMPRINDO com suas realizações profissionais.
"A seleção não tem CULPA pelas merdas que OS ( SALIENTO O "OS" ) Governos fizeram ao longo de todo esse processo".
De fato os jogadores não tem culpa.
Cada qual torce para o que quiser, expressa o que quiser e como quiser e se indigna com o que achar mais relevante.
Acredito eu, que jogar a Copa do mundo vestindo a camisa da seleção Brasileira no seu país seja o sonho de muitos garotos desse lugar e quando um sonho é interrompido de tal forma, seja do NEYMAR ou de qualquer pessoa, o mínimo que podemos demonstrar seja COMPAIXÃO.
O seu alvo está DIANTE DO REFLEXO DA TELA DESSE COMPUTADOR QUE ESTAS LENDO. O seu alvo é VOCÊ MESMO.
Porque VOCÊ é o único capaz de mudar o que acha que está errado no BRASIL e não será descarregando sua fúria em REDES SOCIAIS que fará isso.
Se olhar nesta página, verá que nenhum dos fatos ocorridos no Brasil nos últimos tempos foram negligenciados. Nem as chuvas no Sul do País, nem as Secas no Nordeste do País, nem as tragédias nos hospitais, nas escolas e em todos os cantos por onde nós brasileiros vivemos o cotidiano.
ACORDA BRASIL.
01 junho 2014
1º mês sem você
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| ARQUIVO PESSOAL: Em um passeio em família com a Mari e o Bruno |
02 janeiro 2014
Coisas que ninguém me contou… Pessoas
#1
Pessoas que ferram qualquer um, vão mais que provavelmente pisar na sua cabeça pra ferrar qualquer um. Afaste-as da sua vida.
02 dezembro 2013
RAVENNA, uma nova dieta…

Cardápio de um dia da dieta Ravenna
Café da manhã
- 1 pote (200 ml) de iogurte natural desnatado adoçado com sucralose ou estévia
- 1 pires (chá) de fruta picada (melão, morango ou pera)
Almoço
- 1 cumbuca (pequena) de sopa de abóbora com brócoli
- 1 prato (raso) de salada de alface, rúcula e agrião, temperada com 1 fio de azeite de oliva extravirgem, vinagre a gosto e 1 pitada de sal
- 1 filé médio de carne magra
- 1 col. (servir) de arroz integral
- 1 banana-prata com canela
- 1 café expresso
Lanche da tarde
- 2 torradas de abóbora, sem glúten e sem açúcar (à venda em lojas de produtos naturais)
- 1 queijo tipo Polenghi
Jantar
- 1 cumbuca (pequena) de sopa de legumes picados (vagem, cenoura, chuchu e aipo)
- 1 prato (raso) de salada com 1 pepino e 1 tomate cortados em rodelas e alface à vontade, temperada com 1 fio de azeite extravirgem, vinagre a gosto e 1 pitada de sal
- 1 pires (chá) de picadinho de frango com pimentão e batata
- 1 tigela de gelatina diet
- 1 xíc. de chá branco
21 setembro 2013
Viajar é bom demais
Muito bom viajar, muito melhor voltar, mas eu tenho alguns questionamentos a falar sobre minha última viagem, não para a cidade que fui, mas sim para qual voltei, e me indignei pelo que vi… viajei várias vezes para Fortaleza-CE, e todas as vezes que fui senti (vi) mudanças SIGNIFICATIVAS na cidade, apesar da cidade estar se arrumando para copa, posso dizer que essas mudanças tem sido frequentes (e claro como toda cidade de qualquer canto do mundo tem seus problemas: pichações, asfalto, buracos, prostituição gritante na sua cara…), o que me deixa doente com Belém é a falta de POLÍTICAS PÚBLICAS para INCENTIVAR o TURISMO.
Pô! gente, Belém, pode ser uma cidade luz, Belém deveria ser uma morena bonita que dança toda boça uma MPP, o que eu encontro??? quando volto para minha terra a vejo como uma piriguete com com verrugas na bunda e barriga pendurada em cima de um short jeans dançando o treme, e ainda tem gente que chama isso de cultura, e tem gente que nos confunde com uma cidade pouco desenvolvida, na verdade o Pará foi o primeiro Estado a ter luz elétrica no Brasil (pesquisem Belle Époque), tinha tudo para ser linda, mas como vejo por aí andando pela cidade, tem muito camelô no lugar errado, muita sujeira, muita pichação (e não falo de poucas, se vc deixar picham sua casa na parte de dentro), pouca segurança nos lugares mais legais de se visitar… enfim, está tão dificil voltar pra casa e gostar do que vê.
Cansei do: “Se eu fosse o prefeito…” comecemos por nós a mudança em Belém, começamos primeiramente mudando hábitos tão corriqueiros que se pararem para notar, melhora em quase 100%:
- Parar de jogar lixo pela janela de casa (isso vale para apartamento);
- Juntar as fezes do seu cachorro, ele não sabe fazer, se soubesse faria cocô no vaso sanitário;
- Estacione no lugar certo, já se tem poucas calçadas em Belém que prestem, e ainda tem “telejumentos” estacionando em cima das que ainda prestam;
- Não desrespeite a lei, seja ela qual for: de trânsito, civil… não interessa, isso melhora e muito;
- Antes de reclamar, veja se você tem agido de forma correta, eu estou fazendo a minha parte e você???
Espero que esses cinco passinhos ajudem muitas pessoas… vamos tornar nossa cidade melhor minha gente, eu quero que minha filha se orgulhe de ser PARAENSE também.













